Publicado por: blogoceanoazul | 01/12/2009

O Caso Google

Entre todos os exemplos de Oceano Azul existentes, o caso Google é, sem sombras de dúvidas, um dos que merece maior destaque.

No início da década, uma dupla de amigos (Larry Page e Sergey Brin) uniram criatividade, visão estratégica e conhecimento técnico computacional para visionar uma empresa inovadora. Diante da constatação de uma demanda não atendida por ferramentas gratuitas de busca na internet, os jovens empreendedores resolveram lançar o “Google”, uma opção única no mercado.

Baseados na idéia de utilizar links patrocinados para obtenção de um faturamento que, ao mesmo tempo, promovesse lucros para a empresa, e conseguisse pagar as atividades operacionais, Larry e Sergey colocaram a ferramenta em funcionamento, crentes de que seu sucesso seria grande. E, de fato, eles estavam corretíssimos em seu otimismo.

Por ser, na época, a primeira e única empresa a oferecer busca gratuita em ambiente digital, o “Google” conseguiu tornar sua concorrência totalmente irrelevante, e iniciou um processo de crescimento incrivelmente veloz.

Mesmo com a tentativa desesperada dos rivais, como Yahoo e Microsoft, de tentar copiar a tática operacional da empresa, a posição do “Google” como líder absoluto de mercado não pôde ser destruída. E, atualmente, a criação dos jovens amigos detém mais de 80% de participação de mercado, faturando mais de U$ 3 bilhões por ano, e colocando cada vez mais medo nos players que tentam, inutilmente, concorrer com ela.

Confira no vídeo abaixo, mais informações sobre a incrível história do Google.

Publicado por: blogoceanoazul | 01/12/2009

A Gol e o Oceano Azul

Quando resolveram entrar no setor de aviação nacional, sem muito know-how no ramo e com uma disponibilidade de capital relativamente baixa em relação a dos concorrentes, os fundadores da Gol Linhas Aéreas não imaginavam que chegariam onde estão hoje. E o segredo por trás de tanto sucesso está na adoção à estratégia do Oceano Azul.

Em vez de adotar as mesmas características operacionais de seus rivais, por meio da oferta de muitos serviços diferenciados (que refletiam em preços altos aos consumidores), a Gol procurou focar em outro nicho de mercado, que até então não era bem atendido por nenhuma companhia: pessoas que realizavam viagens constantes, e que, portanto, necessitavam de uma alternativa mais barata de passagens aéreas.

Para tanto, a empresa optou por reduzir seus custos operacionais (que chegaram a ser até 60% mais baixos que os concorrentes) e oferecer uma quantidade menor de serviços aos passageiros. Assim, foi possível estabelecer um preço extremamente mais baixo e competitivo aos consumidores, que passaram a considerar a Gol a opção mais economicamente viável disponível no mercado.

Por meio da proposta de valor diferenciada de oferecer “passagens aéreas com preços de passagens de ônibus”, a Gol se sobressaiu aos concorrentes, e, durante muito tempo atuou sozinha no segmento, nadando em um favorável Oceano Azul.

Graças a esta visão inovadora, e a exploração de uma oportunidade de mercado até então não aproveitada pelas empresas de aviação civil, a Gol cresceu em tamanho e importância em uma velocidade assustadora: em apenas seis anos de vida, tinha passado de uma participação de mercado de 5% para 37%. Com este exemplo, fica comprovada mais uma vez a eficiência da estratégia do Oceano Azul.

Publicado por: blogoceanoazul | 30/11/2009

Vantagens do Oceano Azul

A coluna vertebral que garante a sustentação da Estratégia do Oceano Azul é a criação de uma proposta de valor totalmente diferenciada para os consumidores, na qual fique evidente que o produto/serviço/negócio oferecido pela empresa é indiscutivelmente inovador frente a tudo o que está sendo oferecido pela concorrência no mesmo setor.

Trata-se de utilizar a intuição, o bom senso, e a visão estratégica de mercado para fugir do trivial e oferecer aos clientes algo totalmente inovador, que consiga captar a atenção saturada dos clientes e gerar forte vontade pela compra. Os resultados esperados são os melhores possíveis: uma vez competindo de forma inovadora, com propostas de valor atraentes e diferentes das comumente oferecidas, as possibilidades de que a empresa adotante do “Oceano Azul” saia na frente da concorrência são enormes.

Além de tudo, a partir do momento em que uma oferta de valor única seja lançada no mercado, demorará certo tempo para que a concorrência consiga planejar um contra-ataque efetivo. É importante que se saiba aproveitar esse período, no qual a empresa não terá competição nenhuma, para tomar os melhores proveitos possíveis, tanto na obtenção de faturamento quanto no investimento na construção da imagem de marca, que poderá resultar em fidelização dos consumidores.

Segundo Chan, “há companhias que têm uma boa idéia, mas fracassam na execução. Algumas companhias são antigas nas idéias, mas boas na execução. O que nós temos no oceano azul é uma boa idéia e boa execução. Ambas as coisas. Oceano Azul é um alinhamento de percepção de valor para o cliente, de lucro para a companhia, e motivação de pessoas. É alimento desses três.”

O vídeo abaixo mostra uma entrevista com o Professor Chan Kim e oferece mais informações sobre as características do “Oceano Azul” e suas vantagens.

Publicado por: blogoceanoazul | 30/11/2009

Oceano Vermelho x Oceano Azul

Segundo o presidente da Lean Six Sigma Global, “tudo é uma questão óbvia. Se você quer uma maior fatia do mercado, você tem que, antes de mais nada, roubar a fatia de mercado de alguém. Se você quer aumentar seu Market Share, você precisa diminuir o Market Share de alguém. Essas são as regras do jogo em um Oceano Vermelho.”

Existem muitos exemplos que são plenamente capazes de ilustrar e explicar como funciona, na prática, a estratégia do “Oceano Vermelho”.

Um deles se refere a forte competição entre indústrias farmacêuticas, que, impossibilitadas por lei de realizar ações criativas de marketing para atrair a atenção do consumidor, se apegam à tática de copiar os novos medicamentos lançados pela concorrência e promover o corte constante de preços de venda. Desta forma, a ação de uma marca gerará uma reação em cadeia nas concorrentes (que também tentarão reduzir os preços a fim de competir da melhor forma possível), dando início a uma seqüência incessante de batalhas em busca da “sobrevivência” no setor.

Segundo Lázaro Luiz Gonzaga, presidente do Sindicato do Comércio Farmacêutico de Minas Gerais e um dos vice-presidentes da ABC Farma, a guerra de preços e a permanência na maré do “Oceano Vermelho” é a única forma de não perder clientes, principalmente para medicamentos genéricos cujos preços, que deveriam ser teoricamente mais baratos, estão sendo cada vez mais desbancados pelos preços praticados pelas empresas de medicamentos éticos (exemplo notável é o emagrecedor “Síbus”, da Eurofarma, cuja caixa com 30 comprimidos de 15mg é vendida por R$ 27,45. O genérico da marca, o “Sibutramina”, sai por quase o dobro do preço, ou seja, R$50,75).

“A concorrência entre os laboratórios está muito grande. O preço mais baixo é uma política das indústrias para não perder mercado para os genéricos. Há muitas promoções”, afirma Lázaro, confirmando a utilização evidente do “Oceano Azul” no setor farmacêutico.

Embora muitas vezes essa atividade competitiva consiga trazer resultados positivos para as empresas que a praticam, e ainda hoje seja responsável pela conquista de fatias de mercado concorridas, não se pode afirmar que seja o caminho mais certo a ser seguido pelas corporações que não desejam simplesmente “sobreviver”, mas sim desbancar a concorrência com estratégias inovadoras e não tradicionais.

Em meio a agressividade do mercado, surge um fio de esperança. Para combater a idéia sistemática do “Oceano Vermelho”, um novo conceito de tática competitiva se apresenta como uma promessa de sucesso. Trata-se do “Oceano Azul”, a grande chave para a elevação das empresas a um patamar verdadeiramente positivo e diferenciado em relação à concorrência.

Diferentemente da estratégia anteriormente descrita, a do “Oceano Azul” não tem sua essência focada na batalha ferrenha e constante por uma parcela de mercado já existente. Entenda as diferenças principais entre ambas as estratégias no vídeo abaixo.

Publicado por: blogoceanoazul | 30/11/2009

A Conquista do Oceano Azul

Várias empresas adotaram a Estraégia do Oceano Azul para se diferenciar entre seus concorrentes. Veja alguns exemplos abaixo.
 
Kimberly Clark com Fralda Mágica Turma da Mônica: Enquanto as marcas líderes de mercado brigam por fatias de mercado nos segmentos Premium, Noturno e de Valor, a Kimberly Clark viu no segmento econômico a sua grande chance de ter altos lucros, já que o segmento econômico é o que mais cresce, 47%, segundo dados da Nielsen e não há nenhuma marca forte nesse segmento.
 
Kimberly Clark com Scott Compacto: Lançado apenas no Nordeste, foi criado para atender a necessidade da população da região. Scott é voltado para a classe baixa, que por conseqüência vive em casas pequenas, sem muito espaço. Daí surgiu a idéia de lançar uma papel higiênico que ocupe menos espaço e ainda atenda a necessidade da Kimberly de baixar custos, pois quanto menor a embalagem, mais lucrativo é para a companhia.

Scott Compacto

Cirque Du Soleil: Diante de um segmento que estava em decadência e os lucros eram baixos, veio a grande idéia de justamente pensar “fora da caixa” e criar um circo totalmente diferenciado, que gera experiência e encantamento a quem assiste. Totalmente diferente dos outros circos, com apresentações inovadoras, o Cirque Du Soleil se tronou um grande sucesso, com lucros exorbitantes.

Cirque Du Soleil

Nintendo Wii: Diante da disputa acirrada entre XBox e Playstation, com altas definições de imagem, tornando o jogo cada vez mais real, a Nintendo pensou naquilo que ninguém mais havia pensado e passou a ocupar um lugar sem grandes concorrentes. O Nintendo Wii passou a atender uma nova faixa etária, tanto crianças, adolescentes como adultos, além de ser o único vídeo game que possibilita o movimento de quem esta jogando, saindo do modelo de sedentarismo que os vídeo games transmitem.

Nintendo Wii

Publicado por: blogoceanoazul | 30/11/2009

Inovação e o Oceano Azul

Starbucks - muito além da concorrência

O Oceano Azul nada mais é do que vc criar uma nova oferta de valor ao cliente, para que seu negócio não fique numa competição barata com os concorrentes. O oceano azul faz com que seu produto/marca/negócio se diferencia dos concorrentes não só em preço e qualidade, mas que realmente seja diferente, seja algo que por algum tempo não terá cópia no mercado.

Isso tem tudo a ver com a inovação que, hoje, é uma das palavras mais ditas no mercado, seja ele qual for. Inovar é criar algo diferente do que está sendo visto no mercado. É oferecer a mesma coisa mas de uma ponto de vista melhor ou com coisas que agreguem valor ao que esta sendo vendido. Ex.: Starbucks não é só um café, é um lugar para se tomar café, é um momento, uma experiência.

Oceano Azul é uma metodologia para intuição, inspiração. É uma forma de ajudar qualquer pessoa a perceber o que pode agregar ao ser produto/marca) negócio algo que o torne único, a inovar.

“Mas como a inovação precisa se tornar um sucesso, tanto do ponto de vista do governo como do setor privado, isso é o que chamamos de estratégia do Oceano Azul. Estratégia do oceano azul é a ligação entre a inovação e o sucesso.” (Chan)

“Então há companhias que têm uma boa idéia, mas fracassam na execução. Algumas companhias são antigas nas idéias, mas boas na execução. O que nós temos no oceano azul é uma boa idéia e boa execução. Ambas as coisas. Oceano Azul é um alinhamento de percepção de valor para o cliente, de lucro para a companhia, e motivação de pessoas. É alimento desses três.” (Chan)

Fonte: Entrevista sobre Oceano azul com Chan

http://www.via6.com/topico.php?tid=105753

Publicado por: blogoceanoazul | 30/11/2009

Blog do Oceano Azul

A Estratégia do Oceano Azul

O Blog do Oceano Azul tem como intuito discutir a Estratégia do Oceano Azul, criada por W. Chan Kim e Reneé Mauborgne, mostrando suas constantes inovações e aplicações no mercado. Sinta-se a vontade para comentar e dar sua opinião nos posts!

Para os interessados pelo tema, vale a recomendação da leitura do livro “A Estratégia do Oceano Azul”. Neste, os autores W. Chan Kim (estudioso e introdutor na estratégia) e Renee Mauborgne, especificam e detalham a estratégia, diferenciando-a frente à todas as outras táticas competitivas que regem a evolução do mercado.

Os escritores do livro “A Estratégia do Oceano Azul”

Além disso, para facilitar o entendimento da teoria oferecida, são citados e explanados diversos casos de empresas que obtiveram grande sucesso com a adoção do “Oceano Azul”, como Du Pont, Swatch, General Electric e Accor.

O livro permite a compreensão das vantagens de se criar o “valor único para o consumidor” em detrimento de permanecer em uma batalha ferrenha e sistemática com os concorrentes. 

Para se aprofundar neste tema tão atual e interessante, esta é uma leitura indispensável! 

Baixe o livro “A Estratégia do Oceano Azul” gratuitamente pelo link: http://www.pdf-search-engine.com/a-estrategia-do-oceano-azul-pdf.html

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